As roças são parte integrante da história de São Tomé há mais de 150 anos. Recentemente, o romance «Equador», do escritor português Miguel Sousa Tavares, trouxe-as para a ordem do dia, ainda que a muitas delas se encontrem inactivas.
Em 1819, os portugueses trouxeram a planta original do cacau da Bahia para São Tomé. O cacau deu-se tão bem nestas ilhas que, no final do século XIX, São Tomé e Príncipe passou a ser o maior produtor mundial de cacau. No auge do ciclo, havia mais de 70 roças em laboração contínua, empregando milhares de trabalhadores-escravos.